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6 | Podcast feito em casa

6 | Podcast feito em casa

Origem: spotify

Descrição

Neste episódio eu conto como produzi as primeiras temporadas do Escuta-qui exclusivamente com recursos que tenho em minha casa.

Esta temporada é financiada por meio da Lei Paulo Gustavo de Incentivo à Cultura, da Secretaria Municipal da Cultura de Ribeirão Preto - Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto. Acesse o site www.escutaquipod.com.br

Transcrição

Olá, eu sou a Dani Antunes e este é o escuta aqui, o podcast orgulhosamente caipira, onde eu conto histórias de pessoas do interior de São Paulo. Só que este episódio é diferente. Nele eu vou te contar.

Eu vou te ensinar a fazer um podcast. Como produzir um podcast com recursos que você tem aí na sua casa? É assim que eu comecei o meu canal. Em 2020, no meio da pandemia, eu estava em casa, já ouvia podcasts fazia pouco tempo e gosto muito de áudio.

Gosto muito de consumir áudio de. No começo da minha carreira, gostava muito de fazer rádio e resolvi fazer podcast na minha casa. O primeiro episódio do canal A banda e nossas vidas foi selecionado num edital do Itaú Cultural em abril de.

Não. Eu gravei em abril de 2020 e ali para aqueles na no primeiro semestre de 2020, ele foi selecionado nesse edital. Eu fiquei muito contente. Aquilo para mim equivaleu a um prêmio, né? E isso me incentivou a continuar fazendo aquele episódio.

E todos os outros que eu fiz até esta temporada eu fiz exclusivamente com recursos que eu tenho na minha casa, que eu continuo tendo, que é um computador. Um celular e um microfone de lapela?Dá para você fazer o seu podcast na sua casa sem você estar nesse estúdio maravilhoso que eu estou hoje da harmônica, só para gravar esse episódio de vídeo, para te ensinar a fazer, para te explicar como eu faço, te explicar como você faz e para te incentivar a também ter o seu canal de podcasts, vamos começar?

Primeiro eu vou explicar pra vocês a diferença do formato. Existem vários formatos de podcast no mercado. O formato de mesacast, que é basicamente 2 pessoas ou 3 pessoas conversando, o formato de entrevista, que é uma pessoa entrevistando a outra, perguntando coisas pra outra.

A diferença aqui que o mesacast é um bate-papo, é um papo que todo mundo tá. No mesmo, no mesmo degrau, na mesma página, e trocam ideias, um dar sua opinião, o outro dar a opinião deles. A entrevista já é uma coisa jornalística mais profissional.

Como é o podcast o assunto do G1, da Globo, que é no nessa temporada, Natuza Nery, entrevistando sempre uma ou 2 pessoas. Tem o monólogo, que é uma pessoa contando uma história.

Aqui, nesse, nesse, nessa página eu dou o exemplo do história preta, que é um podcast que eu adoro, e do econocast. São episódios que a pessoa conta a história, mas o mais famoso de todos eles, com certeza hoje no Brasil é o Não inviabilize da Deia Freitas.

Tem o estilo de ficção que são, que é basicamente o episódio de rádio, novela do passado, sabe?Então é uma história ficcionada contada com atores, com sonorização, com ambientação do lugar.

Esses 3 exemplos que estão na tela, eles são muito bacanas. O França e o labirinto com certeza é mudou muito da forma de percepção de produção que ele tem um tipo de sonorização muito interessante.

E fica a dica, vale a pena você ouvir os podcasts de notícias UOL News. E os 123 segundos são muito bons, são rápidos, você fica sabendo de coisas bem rápidas, é da notícia do dia e tal.

E o narrativo, que nessa tela tem um coração, não é à toa, porque é o que eu amo fazer e é o que eu amo ouvir também. Tem vários exemplos aqui. Agora tem um debate que volta e meia entra na pauta que é.

Podcast, afinal, é áudio ou é vídeo? Podcast é áudio, vídeo é outra coisa. Vídeo é videocast, mas tá convencionado no mercado chamar também isso que a gente tá fazendo, esse último episódio dessa série, por exemplo, de podcast, mas na verdade é um videocast, porque ele exige um outro tipo de estrutura.

O que eu vou te explicar, te ensinar a fazer é ou. Podcast que é áudio que precisa de menos recursos, de menos tecnologia. Nós estamos aqui num estúdio muito bem montado da harmônica produtora.

Estou com esse microfone aqui muito bom. Tem uma câmera na minha frente, tem uma tela aqui do meu lado, está muito bem iluminado. Tem câmeras robôs aqui em volta de mim, né? Para quando tiver mais gente no estúdio, eles serem capazes.

De captar, tem o editor, o Jefferson, que chama Jonatas, fala, oi, Jonatas, olha aí que tá cuidando de mim lá e tá colocando, tá mudando as telas. O que você vê aí no ar? Quem tá fazendo isso é o Jefferson Jonathan.

E é e é uma estrutura muito grande para fazer um vídeo, né? Para fazer um vídeo de boa qualidade, para te entregar de boa qualidade. Tá errado, não tá certíssimo tanto que eu tô fazendo isso pra você. Agora você consegue também fazer um produto de boa qualidade, tomando cuidados e tendo uma boa história com o que você tem aí na sua casa e em áudio, porque o que interessa é a informação.

O formato é um meio de difusão dessa informação. Na tela anterior eu te mostrei aqui, tinha o jornal e a revista. Qual que é a diferença? É o formato, a informação, o tipo de informação que você vai estar ali vai dar nesse, nesse periódico pode ser a mesma, o que muda é o formato, o rádio ou a TV, o que muda é o formato e nenhum mata o outro.

Eles podem ser complementares, eles são todos amigos, gente, tem a Globo tá aí, tem vários formatos de de dar a notícia certo, inclusive podcast. O que interessa então é. O conteúdo e esse conteúdo tem que ter o quê?

Tem que responder a questões. Essas 4 questões são questões básicas do jornalismo, quem, quando, quem, como, onde e por quê? Quem é a pessoa, como é esse personagem ou essa situação onde ele está no espaço e por que você está contando essa história?

Eu costumo dizer o seguinte, que é muito importante no podcast, você tem um propósito. Quando você tem um propósito do seu projeto, você tem um propósito de vida. Vamos ser claro No No último episódio dessa série temos tivemos as 4 mulheres, que são os nossos personagens nessa temporada.

Elas mostraram, elas estavam aqui falando o quê? De dos propósitos das suas vidas. São propósitos diferentes que se encontraram naquele naquele episódio. No podcast, é legal você ter um propósito, porque aí você faz com muito mais prazer.

Esse podcast tem um propósito, valorizar o nosso sotaque, porque amor porta, eu acho muito bonito o sotaque do brasileiro, eu acho bonito o sotaque de todos os estados do país e eu acho que a gente precisa valorizar esse nosso também e essas esses nossos personagens.

Por isso que eu criei esse canal. Então eu tenho um propósito que eu quero falar com quem? Com pessoas do interior de São Paulo, como? Num podcast, e eu quero contar como essa pessoa viveu a sua história aqui no interior de São Paulo, posicionando essa história dela numa numa história é é real.

Numa história que faz parte da historiografia ou que faz parte só da história dela, né? Onde? Aqui em Ribeirão Preto, em Santa Rosa de Viterbo, em São José do Rio Preto. A gente tem histórias aqui em vários lugares aqui do interior. E por quê?

Por que que ela viveu aquela história? É por que aconteceram aqueles fatos daquela forma? Esse é o meu formato de responder essas questões. Agora vamos montar um projeto de podcast.

E o que que a gente precisa para ter um podcast, uma ideia na cabeça e um microfone de lapela na mão. Pode ser também um fone de ouvido. Fone de ouvido que encaixa com Plug no celular ou fone que seja é é o Wi-Fi, o Wi-Fi não, Bluetooth não tem problema.

Funciona da mesma forma para você ter um tipo, para você conseguir captar sua voz com alguma qualidade, dá para usar direto também o microfone do celular sem problema nenhum. Qual que é a dica que eu te dou? Deixar sempre mais ou menos um palmo de distância da boca.

Por quê? Porque se a gente ficar muito perto, vou tentar fazer, Hein. Fica um No No microfone e acontece aqui também. Se você deixar muito perto aqui ou muito perto aqui, então deixa uns um palmo, 5 dedos longe da boca que você consegue ter uma captação melhor.

Mas a gente também tem que cuidar do espaço, né, das coisas, e eu vou contando isso. No decorrer do tempo, para você, porque é o seguinte, eu eu gosto dessa dessa imagem, porque ela mostra exatamente tudo o que acontece.

Você tem um projeto, eu vou fazer um projeto de um podcast, AI, que lindo, o meu podcast vai ser sobre histórias do interior, aí eu vou escrever, vou fazer o roteiro, vou não sei o que, vou gravar e vou publicar. Lindo, não é mesmo? Só que AA minha filha fala, a realidade não favorece, ela tem total razão.

Porque a realidade ela tem um Monte de tropeços, acontecem várias coisas no meio do caminho. Pode acontecer alguma coisa na sua vida que te impede de continuar aquele projeto naquele momento, pode ser que o seu microfone quebre, pode ser que você não tenha alguma coisa que e tá tudo bem.

Acontece o problema mesmo no meio do caminho. E o que que a gente faz? Recomeça, não desiste e vai em frente, porque vale a pena o final. E o que você precisa para ter o seu podcast? Você precisa de uma boa história, uma boa ideia isso e uma ideia inovadora, um jeito diferente de contar a história.

Se você parar para observar no colocar no do Spotify ou no tocador, procura uma história que você conhece. Por exemplo, sei lá, a história da do Império Romano deve ter um Monte de podcast contando a história do Império Romano e cada.

Um dos desses canais pode contar a mesma história, mas de forma diferente. E qual vai ser a forma inovadora que você vai querer contar essa história, essa história que está na tua cabeça, essa ideia que você tem? Como que você vai querer fazer isso de uma forma diferente, inovadora, que possa fazer sentido para o seu propósito e para o público que você quer atingir?

Você precisa pensar num conceito, qual que vai ser o conceito desse seu podcast? O que que é, de que forma você vai querer? É é transmitir essa informação e essa ideia. O que você quer fazer com isso? A estrutura.

Como você vai estruturar o seu roteiro, como que você vai estruturar a sua história? O que que você vai precisar para fazer isso? Planejar, planejar o quantos episódios vão acontecer nessa temporada.

Eu acho sempre muito interessante pensar um projeto de podcast por temporada. Porque com isso você se planeja no seu tempo, porque é 111 produto que dá trabalho para produzir. E você planeja o seu tempo e também planeja a publicação.

12:50Você tem o tempo de fazer a divulgação. Você tem tempo de trabalhar em todo entorno que envolve você lançar um produto como esse e o roteiro que tem que sentar e escrever. Mas eu vou te mostrar como é que é.

E pra gravar você precisa também do que você precisa de em casa, né? Que você precisa de Travesseiro, cobertor, cortina, colchão ou de um carro. Tem gente que grava dentro de um carro. Eu já fiz isso também de fone de ouvido, como eu disse pra capital o áudio microfone de lapela e silêncio, silêncio que eu, por exemplo, eu acabei de bater aqui No No microfone.

Mas silêncio e cuidado pra não ficar batendo no microfone como eu bati nesse aqui e como você pode bater nesse aqui também e como você vai fazer o roteiro? Você escolheu o seu personagem, você escolheu o conceito do seu podcast? Você sabe que tipo de história você vai querer contar, você sabe já o formato do seu podcast, você já tem isso planejado na sua cabeça?

Já tem tudo delineado, então? Vamos sentar para fazer o roteiro, o roteiro. Você começa descrevendo uma cena, que é o que está acontecendo. Isso é muito próprio do podcast narrativo.

Onde que está o seu personagem no podcast da história da Ana Glória, por exemplo? Dessa temporada? Eu explico. Eu começo o podcast com a cena do Ademar de Barros. Na praça 15 de novembro, fazendo a promessa de trazer a universidade do interior para Ribeirão Preto.

Eu imaginei aquela cena. Tem cenas que você consegue é capturar o que aconteceu em dissertações de mestrado, doutorado. Então você descreve aquela cena, você tem que levar o seu ouvinte para aquele ambiente.

Você escolhe também. Nesse momento, quem é que vai contar a história. É você que vai contar a história. Ou é o seu entrevistado que vai contar a história? Você vai ser um monólogo, você vai fazer a locução e vai inserir A Entrevista do seu personagem.

Como? Como vai ser essa voz, que voz vai ter o seu podcast? Tem um episódio num num podcast que eu gravei. É chama texto casual, que é da minha empresa de assessoria de imprensa, que eu acho muito interessante. É sobre gastronomia nele.

É AO tom também da sua voz, da minha voz estava diferente do que está, do que é nos episódios aqui, do escuta aqui, ele é mais brincalhão, é mais. Eu quis dar mais ritmo na narração, no escuta aqui eu quero uma narração mais Serena, mais tranquila.

Essa voz também é você que vai escolher qual é o tipo de narração que você quer fazer, qual é o ritmo dessa narração, você escolhe isso como, mas Daniela, como é que eu vou escolher? Ouvindo outros, ouvindo e experimentando outras coisas que você tem ouvido por aí de podcast.

Você precisa do seu roteiro, levar a pessoa até aquele lugar, até aquela situação que você quer contar. Porque é assim que você cria intimidade, proporciona imersão através do roteiro e através da sonorização.

A gente tá falando aqui de podcast narrativo, mas não se engane. Todo podcast tem roteiro. Aquele episódio que eu gravei com as 4 personagens aqui, do do, do escuta aqui, o último episódio, ele é totalmente roteirizado do começo até o final, desde a abertura até o encerramento, as perguntas estavam no roteiro.

Eu sabia o que eu queria perguntar, eu sabia para onde eu queria levar as minhas entrevistadas naquele bate-papo e era um formato. De bate-papo, certo, formato de mesacast, certo, de eu trocando e conversando com as minhas, 4 é convidadas, ele é roteirizado, totalmente roteirizado, ele é editado também.

A gente teve que regravar o começo e regravar o final. Por quê? Porque a gente tem essa possibilidade de fazer isso, tá? Os os episódios narrativos, eles são. Totalmente roteirizados também.

Tudo que acontece no episódio está previsto no roteiro. Eu imaginei, eu pensei, eu elaborei, eu criei, né? EE, é isso para quê? Para eu proporcionar uma experiência melhor para o meu ouvinte, porque eu quero que o meu ouvinte esteja naquele lugar na praça 15, em 1947, quando o Ademar de Barros veio para Ribeirão Preto.

E prometeu AA universidade de interior, que se tornou a USP de Ribeirão em 1952. Ou 54. Bom, resumindo, para você ter um podcast, você precisa escolher a sua história, qual a história que você quer contar, definir a voz que vai narrar, a sua voz, o tipo de locução que você vai fazer ou.

O tipo de o modelo, o formato do podcast que você vai querer colocar no ar, qual é o ritmo dessa voz, qual é o tipo dessa voz, quem, quem vai conversar, com quem, quem vai fazer o quê? Escolha um personagem.

Ter personagem, gente, é uma das coisas mais incríveis, eu acho, de um podcast, porque gente se conecta com gente, né? A gente, eu posso contar a história de uma cadeira, por exemplo. Mas a gente precisa ter gente, gente conecta com gente, é uma, é uma máxima que tem os quem faz muito rede social, pessoas se conectam com pessoas, é, isso faz sentido para você e para para mim?

Faz muito sentido gente conectar com gente. Então escolher personagem para contar é uma história. Eu acho que é uma das coisas, é muito incríveis, porque todo mundo tem uma boa história para contar. Todo mundo tem uma boa história para contar.

Experimenta conversar com a próxima pessoa com quem você encontrar. Ela vai ter uma boa história para te contar de alguma coisa. Posiciona essa história que você quer contar no tempo e no espaço, no espaço físico, onde? Onde essa história está, quando essa história aconteceu, como essa história aconteceu e por que essa história aconteceu com quem senta e escreve.

Aí quando você for escrever, você lê tudo em voz alta e vê se tá fazendo sentido, se tá no tom certo. Se a história tem um começo, meio e fim que seja.

É coerente com aquilo que você, com a mensagem que você quer passar, com a informação que você quer compartilhar e se não tiver, escreve de novo. Tem um curso que eu fiz de com a Carol pires. Ela diz o seguinte, que lá na rádio novelo, a flora Thompson deveaux, diz que vai matar os os bichinhos.

É matar os bichinhos. Pra Ela é o seguinte, é reler o roteiro e tirar aquilo que é sobra, porque tem muita coisa que sobra no roteiro e a gente fica muito apegada com aquela informação, com aquele detalhe, Ah, mas eu queria tanto contar isso.

Só que sua história já está imensa. Será que faz sentido você fazer um episódio de 1 hora contando uma história Comprida? O seu ouvinte vai se conectar com aquela história? Está fazendo sentido para quem tem que fazer sentido para você, mas também tem que fazer sentido para quem você quer atingir, quem você quer que ouça o seu, o seu podcast, né?

Porque às vezes você faz uma história muito longa e. Nem todo mundo está interessado em tanto detalhe assim. Como você achou interessante? Às vezes um detalhe rende um outro podcast, então a gente precisa ter essa, esse feeling, esse senso crítico que às vezes é crítico demais.

Agora tem um jeito de fazer isso que é sempre você lê o seu roteiro para outra pessoa, se não para se der para ser mais de uma, ótimo. Se não uma pessoa, só também uma pessoa, um bom ouvinte.

Ele vai compreender o que você tá falando e vai te ajudar a definir pra onde você vai, lá em casa. Quem ouve já falei no último episódio é o Luís Rosa, que nos últimos episódios ouviu todos os roteiros antes de todo mundo.

E sempre ajuda, porque aí você além de se ouvir, você tem a opinião do outro pra te ajudar. E não se engane, a opinião do outro é sempre importante. Agora a gente vai gravar. O episódio e como é que você faz uma gravação em casa sem esse microfone maravilhoso, sem o Jonatas ali, sem toda essa estrutura acústica que a gente, que um bom é, é estúdio, proporciona para gente, vou te mostrar.

Eu fiz esse vídeo só para te mostrar como é que eu gravava os como é que eu gravei os outros episódios do canal em casa. Desse jeito, ó com gato, essa bagunça toda e com o Travesseiro e o cobertor.

Porque outros travesseiros e o cobertor eles proporcionam para mim um isolamento acústico 11, condição acústica que me dá um resultado de áudio muito perto desse que que você tá ouvindo num estúdio profissional.

Ah, Daniela, mas não ficou perfeito. Melhor feito do que perfeito. Já não dizem isso pra gente? Todo mundo fala isso. No final do vídeo eu mostrei como é, como é dentro, né? Desse espaço, dessa cabaninha que eu amo, com o cobertor e o Travesseiro, funciona muito bem.

Depois você joga no editor e dá uma equalizada e fica tudo certo. E aí que vem a parte do editor de equalização e mixagem, essas coisas que os técnicos em áudio amam. E não é difícil, gente.

Não é nada complexo. Dá para fazer no computador que você tem aí na sua casa, inclusive dá para editar no celular. Então vamos lá, olha como dá para editar no celular. Eu aposto que se você nunca usou, você tá doidinho para usar o CAPCUT, certo?

Você usa para quê? O cap CUT para fazer vídeo, para publicar no seu story, no seu TikTok, no seu Instagram, não é? Dá para fazer áudio também. Você pode fazer um episódio de podcast em áudio e editar no Cup CUT. O Spotify tem um ambiente que depois eu vou te mostrar melhor, que é o Spotify for podcaster, que é o ambiente para você publicar o seu conteúdo nos tocadores no Spotify e nos em alguns outros tocadores.

É lá tem uma ferramenta online também muito boa, também vou te mostrar de edição. E o Audacit, que é um programa, um software gratuito, tem gente que não gosta, eu adoro e acho que ele funciona super bem.

E é onde eu edito os meus podcasts. Aqui tem uma, nesse vídeo eu estou mostrando como eu editar um podcast no CAPCUT.É na versão é desktop do CAPCUT.

Você acrescenta os áudios, tem as linhas, as trilhas, né? E aí você posiciona esse trecho que eu editei pra te mostrar aqui é a abertura do do escuta aqui em áudio, né?

Eu coloquei OA locução fica em cima, que é essa parte que está mexendo a trilha. Fica embaixo. Aí eu ajusto o fede out da trilha para poder ficar mais ou menos no mesmo volume do restante da trilha que vai começar aqui.

Eu abaixo um pouquinho o volume para eu começar a falar, você vai vai tocar agora o áudio e você vai perceber, ó, aumenta o som,  JoJo, aí é a trilha. Eu sou a Dani Antunes e esse eu me escuto aqui.

Um podcast está começando porque isso eu acho que dá um efeito Na Na, na edição. Aí você vai exportar na hora de exportar, Na Na tela de exportação tem uma opção de você exportar em áudio e no formato formato MP3.

MP3 é suficiente pra pra você ter uma boa qualidade de podcast nos tocadores. E exportou aí o final desse vídeo eu mostro. O resultado, que é exatamente aquele que a gente editou.

Está ouvindo? Eu sou a Dani Antunes e esse é o escuta aqui, é isso aí. Esse agora é o Creators do Spotify e ele também tem versão mobile, dá para fazer também pelo celular.

É bem simples. Esse esse vídeo agora eu estou mostrando como fazer. AA captação de áudio, quer dizer, você capta o áudio do computador, você conecta o seu microfone ou o seu fone de ouvido no computador, ele dá para captar ou no microfone do próximo do próprio computador, mas é a qualidade número não fica tão boa assim, né, gente?

A gente tem que também cuidar para que a captação seja agradável. Para quem tá ouvindo o seu episódio, aí você ele vai. Ele dá também opção de de de edição das linhas de edição. Ele tem trilha. Gratuita lá dentro, isso é muito importante.

Você também ajusta volume, ajusta tudo, tem uma inteligência artificial muito legal que que eu vou mostrar já, já também. E você pode também fazer a captação, a gravação do seu podcast em vídeo, ó, que legal.

Quer dizer, né? Videocast então. E também tem 11 ferramenta bem simples e bem amigável pra edição. A outra forma é você gravar. E é subir o seu áudio pra pro Creators.

E aí ele vai abrir uma ferramenta de de edição que é bem interessante, que é onde tá. Vai mostrar agora a inteligência artificial que eu achei genial. Isso porque ele faz o sobe, o som sozinho você cria, entra com a, com a, com a trilha.

Ambiente de edição e ele faz o som, sobe o som automaticamente quando a sua locução é você tá, você tá contando a história, aí tem aquele espacinho nesse espacinho, ele faz o sobe o som automaticamente. Eu achei isso genial.

Gostei muito dessa, dessa possibilidade. É, você pode usar a trilha que ele tem disponível, que é gratuita, que tem, que não tem direito autoral, ou você pode subir também. Uma trilha que você escolheu. Mas isso é muito importante, é, a gente não pode usar música que seja protegida por direito autoral.

O YouTube barra de entrada e o Spotify derruba o seu episódio ou pode derrubar até o até o seu canal. Eu tive uma questão dessa porque eu usei uma música com direito autoral num episódio EE.

Tive problema com esse episódio. Oo Spotify marcou lá que eu tava com problema tal, tirei o episódio do ar. Isso é muito chato acontecendo e isso é muito importante. A gente também prestar atenção, porque, afinal de contas, quem criou a música tem direito sobre ela, não é verdade?

Assim como a gente, o conteúdo que a gente cria, a gente tem direitos e deveres sobre ele, né?Então, por isso a gente tem que tomar cuidado com a informação e com o que a gente usa, certo?Então é muito importante a gente prestar atenção nessa questão.

Aí tá terminando de mostrar essa, essa essa parte da da edição, nessa ferramenta do do Creators aqui é o ambiente do audast, que é o software gratuito que eu uso nessa tela.

Eu tô mostrando do a mesma coisa, que é OOO ambiente da edição. E o roteiro sobe um pouco aí Jefferson para para o pessoal ouvir rapidamente e insegurança, a pessoa que estava vindo estava vindo.

Numa certa velocidade do que está falando, que está gravado? Está escrito no roteiro porque tudo eu lembro exatamente assim, a. Memória deu uma apagada, certo, e aí? É cada. Cada linha disso é um.

É um tipo de áudio, porque aí a organização, na hora que você está editando, fica muito melhor, você nunca viu. Fica muito mais fácil você ver, fica muito mais fácil você corrigir possíveis erros depois que tiver gravado e editado. E vai chegar num trecho que eu vou te mostrar.

A ambientação dessa história aumenta aí, Joe e prefira esconder, esquecer de ignorar. E tem que encara o touro de frente. Assume literalmente os seus BOS.

E conta uma passagem ruim da sua vida em um podcast, não é a história que importa. É o jeito que a gente conta a história ou. Que a gente vive essa história, esse podcast da Fabi, esse episódio.

Eu gravei a locução daquela forma que eu mostrei em casa, debaixo de um cobertor, com travesseiros me rodeando e o 1000, que é o meu gato me arranhando. Então eu gravei isso dentro de casa, A Entrevista com a Fabi, eu me encontrei com ela para tomar um café e eu gravei A Entrevista no meu celular, todo celular, por mais moderno ou atrasado que seja, tem um gravador nativo, se não tiver gente baixa, porque eu nunca eu estou falando que tem, porque eu nunca vi um que não tivesse.

Mas teve gente que falou para mim, não, o meu não tem. Então entra lá na loja de aplicativos, baixa um gravador, é gratuito e grava, e é. Muito, muito, muito simples. O que você tem que tomar? Cuidado, prestar atenção para fazer colocar o gravador numa posição, que o microfone do gravador fique perto da pessoa.

Eventualmente, você pode usar um microfone de lapela para fazer isso. A maioria das entrevistas que eu fiz até hoje, eu não usei microfone de lapela para captar. Não precisou porque a gente estava num ambiente. Que era silencioso pra um ambiente que tinha condição de fazer isso.

Com a Fabiana, eu gravei na rua, AO lugar que a gente se encontrou. Era 11 mesa na rua, passou ambulância, passou carro, passou moto. O microfone do celular deu conta perfeitamente de captar a informação dela, a história dela e ficou ótimo.

Aliás, eu gosto muito desse episódio. Fica aí a dica. Fabi, o limão é a limonada e ela conta a história de um acidente de trânsito que ela provocou. Já faz mais de 20 anos que nessa abertura eu ambientei com essa, com esses sons, esse som do carro buzinando na esquina e da batida na sequência.

Agora eu vou te explicar como você faz para publicar o seu episódio? Porque você já escolheu, você já teve a sua ideia, você já planejou? Você já roteirizou? Você já escolheu qual a história que você quer contar, já está com o personagem, já fez A Entrevista, já gravou a locução, já editou e agora vai publicar.

Mas Dani, onde que? Onde eu publico? Quanto custa para publicar? Nada. O Spotify Creators tem um espaço que você pode publicar o seu podcast gratuitamente, você cria o seu canal.

Você faz a descrição do seu canal, você cria uma arte pro seu canal que você pode criar no canva, né? Modelo simples do canva também não precisa ser o canva pro e você coloca o seu programa no ar.

Tem outros canais, outras formas também de você disponibilizar esse conteúdo, outros outros publicadores e eles custam algum dinheiro. É qual que é a diferença? É o tipo de serviço que ele te oferece, o tipo de estatística que ele te oferece, eventualmente 11, formato diferente também de monetização.

Mas se a gente está começando, começa pelo pelo Creators que está disponível. Você pode fazer testes, você pode experimentar as estatísticas que ele oferece. São bem bacanas, tem estatísticas de alcance, quantas pessoas ouviram, quanto tempo essa pessoa?

Ouviu o seu episódio? E se você consegue também medir, por exemplo, qual é o tipo de história que mais agrada o sua, a sua audiência e qual o tipo de roteiro que também mais agrada a sua audiência? Eu gosto muito de ver as estatísticas do dos meus podcasts, então pra mim o Spotify for podcasters tem me atendido bastante nisso, e eles têm.

Muitos insights dão muitas dicas de como você pode aumentar o alcance, porque é interessante para eles também que você é. Crie conteúdos que estejam naquela, naquela que estejam naquela plataforma. O YouTube também tem um serviço muito interessante.

Agora com o YouTube Music, ele também joga o seu podcast para o YouTube Music, que antigamente era o Google podcasts EE.É muito bacana. O Escuta-qui tá no Spotify, tá no YouTube em vídeo e também no YouTube Music em vídeo, porque na época não, não publicava só o áudio, é outros em outros tocadores.

Você precisa colocar o seu podcast lá e só uma vez. O Spotify for podcasters oferece 11 endereço que chama RSS. Você procurando nas configurações do seu canal, você vai encontrar esse RSS.

Você copia o RSS e aponta esse endereço pro no Deezer e no Amazon Music EE. No Apple Podcasts, você vai precisar criar uma conta nesses lugares, apontar o RSS.

E ele e os seus os seus episódios vão aparecer lá automaticamente sempre que você publicar. É um serviço que dá um pouquinho de trabalho, mas não é impossível.E também é auto explicativo, tá? A dica é No No Creators, o seu e-mail tem que estar válido.

Você tem que clicar lá pro e-mail válido porque assim, tanto a diesel, quanto a Amazon Music, quanto a. Apple podcast podem entrar em contato pra você é confirmar o endereço e etcetera, tá? Mas é é é simples, bem simples e auto explicativo.

Aqui eu estou explicando como você vai postar o seu episódio também. Seu canal está criado, está tudo certo, você vai enviar o seu arquivo em áudio ou em vídeo. Esse arquivo vai subir, você vai acrescentar as informações.

É importante que você coloque informações que vão atrair público para o seu canal, palavras que vão chamar atenção para aquele conteúdo que você está postando. Tenha lá as opções de se é conteúdo explícito ou não. Se é, você pode também mudar AOAA imagem de capa, né?

Conteúdo explícito ou não, se é promocional ou não, se pode criar enquete. Perguntas essa área de enquete e perguntas contribui muito com o engajamento no seu, no seu canal e com a resposta que o Spotify também pode oferecer para você.

Isso não costuma aparecer nos outros tocadores, mas sendo bem sincera, o seu podcast vai ser mais ouvido no Spotify. Pelo menos um em áudio vai ser mais ouvido no Spotify do que nas outras plataformas. E aí você publica? O seu, o seu canal tá nessa página.

Então, algumas alguns dos dos podcasts que eu faço ou que eu já fiz, eu escuto aqui que é esse canal, onde você, onde a gente tá batendo esse papo?O podcast do festival da lua cheia, um projeto muito legal que eu gravei todinho pelo zoom.

Eu e o Micael gravamos todinho pelo zoom. Eu fui publicado só em áudio, então eu gravava, editava e publicava. E foi bem legal de fazer a flor da pele, que é um podcast que eu faço pra pro departamento de pós graduação em clínica médica do hospital das clínicas da USP de Ribeirão Preto.

O Texto Casual, que é um podcast da minha empresa, Texto e Companhia. PainelCast, que é o podcast que eu produzo em videocast, que é gravado inclusive aqui na harmônica para associação de engenharia, arquitetura e agronomia de Ribeirão Preto, que é esse podcast que é um podcast também narrativo da do departamento de pós graduação em ciências farmacêuticas da USP.

Meu mundo na escrita persuasiva, que é o podcast que a gente começou a fazer, eu e o Luís Rosa sobre Escrita Persuasiva. Pés descalços que é um canal sobre futebol. Esses 2 últimos estão descontinuados, mas quem sabe? Aí a gente volta e tem episódios bem legais lá também.

Eu estou mostrando essa tela para vocês primeiro, para convidar vocês a conhecerem esses outros trabalhos que são muito interessantes, para mostrar que dá para fazer projetos de podcast de vários modelos. Não precisa ser um modelo só, como eu falei lá no começo.

Oo meio de difusão a forma de difusão é um formato, a informação. A gente escolhe esse formato dependendo do tipo de informação que a gente quer compartilhar. Vou dar um exemplo do a flor da pele, por exemplo, é um podcast narrativo. A flor da pele é a primeira temporada desse podcast da pós graduação da da clínica médica e a gente fala sobre hanseníase.

Nele tem uma entrevista com o senhor Gilberto Bardella que quando eu entrevistei, ele tinha. 94 anos e ele foi internado compulsoriamente com hanseníase aos 14 anos. Eu combinei A Entrevista do do seu Gilberto Bardella com entrevistas de pesquisadores da pós clínica médica para falar qual que era a Inter relação entre eles para solução desse dessa doença no Brasil, para buscar novos métodos de tratamento.

Identificação, né? Da hanseníase no Brasil, além de posicionar hanseníase. No espaço, no tempo, qual o que é essa doença? É desde quando, né? Ela existe, como era diagnosticada antes, como é agora, né?

São 5 episódios, tá em todos os tocadores e tá muito bacana. O cast podcast também é assim, cast podcast é quantidade suficiente para você saber tudo o que você precisa sobre a pesquisa científica de ciência básica.

Feita nos laboratórios da USP de Ribeirão. E como isso impacta na sua vida? É um podcast também narrativo, que é muito interessante e muito gostoso de fazer. O PainelCast e o do forró da lua cheia fogem um pouco, são mesas casts, porque é uma troca de ideias, e o Texto Casual, a gente conta histórias que estão nos bastidores dos nossos clientes lá na texto.

Tem episódios muito legais e o escuta aqui, que é esse podcast orgulhosamente caipira, que eu tenho muito prazer em fazer, que eu estou muito feliz de ter feito essa temporada, que é financiada pela lei de incentivo à cultura lei Paulo Gustavo, da Secretaria municipal da cultura Ribeirão, da prefeitura municipal de Ribeirão Preto, é o primeiro projeto financiado por uma lei.

De incentivo que eu executo e isso me deixou muito contente, muito feliz. Estou muito contente com o resultado e eu espero que eu tenha com essa oficina, com essa, com essa aula que eu dei aqui para você agora no YouTube, que eu tenha contribuído é de alguma forma para você ter o seu canal, para você começar também o seu projeto.

Eu estou à disposição. Na tela estão todos os meus contatos e eu espero que a gente possa trocar ideias e te ver sempre por aqui, ouvindo as histórias por aqui, escutando essas histórias que eu gosto muito de contar.

Obrigada e até mais.

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